05 de julho de 2026 · por Joice Stolnberger
Marca pessoal para executivas: por que o seu cargo não é a sua identidade
Você já tem uma marca pessoal. A única questão é se você está gerindo ela ou deixando o cargo gerir por você.
Toda executiva tem uma marca pessoal, que é a percepção que o mercado tem dela. A diferença entre as que constroem autoridade duradoura e as que perdem relevância na transição é simples: as primeiras gerem a própria marca ativamente.
O cargo é emprestado. A marca não precisa ser.
A maioria das executivas constrói a identidade profissional em torno do cargo, e não percebe isso até o dia em que o cargo some. Marca pessoal, na prática, é o que permanece quando o título na assinatura de e mail desaparece.
Gerir marca não é postar mais.
Construir marca pessoal não é virar produtora de conteúdo. É ter clareza sobre a percepção que o mercado tem de você hoje, sobre a narrativa que você quer que contem sobre você, e sobre se essa marca existe fora da empresa onde você trabalha.
A pergunta que revela tudo.
Se você tivesse que se apresentar sem dizer o nome do seu cargo, o que você diria? A resposta a essa pergunta é o começo da sua marca pessoal.
Marca pessoal para executiva não é vaidade. É a diferença entre ser encontrada pelo que você é e ser esquecida pelo cargo que você deixou.
Sobre a autora
Joice Stolnberger
Fundadora da Auri Company e criadora do Método Auri. Vinte anos de carreira corporativa, dezesseis deles como executiva sênior na Lojas Renner. Ajuda executivas sêniors a transformar mais de 10 anos de carreira em um negócio com o próprio nome.
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