O que é encore career e por que executivas deveriam começar aos 35
A segunda metade de carreira de uma executiva não deveria começar quando a primeira termina. Deveria começar quinze anos antes.
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Joice Stolnberger
Ajudo executivas sêniors a transformar mais de 10 anos de carreira em um negócio com o próprio nome.
The Power beyond the Crachá

A origem
Vinte anos de carreira corporativa. Dezesseis deles como executiva sênior na Lojas Renner, a maior varejista de moda do Brasil, em marca, inteligência de cliente e CRM.
Construí marcas, liderei o relacionamento com milhões de clientes e deixei legado. Quando esse ciclo chegou ao fim, eu saí inteira, levando comigo o repertório, o aprendizado e a clareza de quem sou.
Isso é o que ensino. E só ensino porque vivi.
Princípio: Tradução, não reinvenção
Seu passado é ativo, não passivo. A experiência se traduz, não se abandona.
A tese
Motor 1
O cargo. O salário. A estrutura. O crachá é emprestado, a marca que você veste não é sua. No dia em que o contrato terminar, você devolve tudo. O CLT é um contrato com um único cliente.
Motor 2
O que você aprendeu em anos de corporativo é propriedade intelectual. É ativo. É produto. Não tem aviso prévio, não tem rescisão, não pertence a nenhum CNPJ que não seja o seu.
Toda empresa que depende de um único cliente está em risco.
Princípio: Mentalidade empreendedora
Você é a empresa. O emprego é um cliente. Essa mentalidade muda tudo.
O ecossistema
Comunidade e mentoria

A jornada para transformar sua carreira em um ativo próprio, com método, comunidade e acesso.
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O encontro presencial de executivas sêniors que decidiram empreender a própria carreira.
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A provocação que leva executivas a ocuparem a autoridade que já construíram.
Conhecer as palestrasO jogo longo
Autoridade se constrói como um atleta de endurance constrói resultado: com consistência, visão e paciência. Cada decisão de hoje é um investimento no ativo que você será daqui a dez, quinze, vinte anos.
Eu corro. E correr me ensinou o que ensino: quem sabe onde quer chegar joga o jogo longo.
Princípio: Jogo longo
Decisões de carreira são investimentos de mais de 10 anos, não movimentos táticos.
Princípio: A vida acontece em movimento
Agir antes de estar pronta, aprender enquanto caminha. Progresso vem antes da perfeição.


O palco
Em 2020, num palco, eu não conseguia mais enxergar. Dias depois veio um diagnóstico, e com ele uma pergunta que eu carrego até hoje.
Por que não eu? é a palestra em que conto como perdi quase tudo que me definia por fora e descobri o único ativo que nenhuma crise destrói: quem você é.
Princípio: Identidade como ativo
Cargo se perde, autonomia se perde. Quem você é não pode ser operado, nem demitido.
A ambiência



Você não constrói uma segunda metade de carreira sozinha, vivendo nos mesmos ambientes e ouvindo as mesmas pessoas. Ambiência é estratégia. Rodear se das mulheres certas muda a velocidade da travessia.
Princípio: Vulnerabilidade estratégica
Mostrar o que é verdadeiro com intenção e autenticidade, não por performance.
A vida inteira
Eu não me divido. Afirmo cada papel por completo. A carreira que vale a pena construir é a que cabe a mulher inteira, com tudo o que ela é dentro e fora do trabalho.
Princípio: Família
Poder ser inteira é o que importa numa carreira significativa. Cada papel afirmado por completo.

Podcast
O podcast sobre executivas que decidiram tratar a própria carreira como negócio. Conversas com mulheres que fizeram essa travessia.



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Ideias
Textos sobre marca pessoal, transição executiva e a construção de uma carreira como ativo.
A segunda metade de carreira de uma executiva não deveria começar quando a primeira termina. Deveria começar quinze anos antes.
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Ler artigoToda executiva de alto desempenho tem um único cliente. E toda empresa que depende de um único cliente está em risco.
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